Sabe aquele impulso instantâneo que temos ao pegar um bebê no colo de querer sentir o seu cheirinho? Tem uma justificativa! A ciência descobriu que o ato de cheirar um recém-nascido pode ser tão prazeroso para a mulher quanto fazer uma refeição calórica (para quem está de dieta) ou mesmo consumir drogas.

Quem revelou isso foi um estudo realizado pela Universidade de Montreal, Canadá.

De acordo com os pesquisadores, o cheirinho de um bebê tem o poder até mais viciante do que substâncias ilícitas porque aciona os centros de recompensa no cérebro.

No caso de mulheres que já são mães, a experiência é ainda maior, já que a produção de dopamina (mesmo neurotransmissor ativado pelo uso de drogas) aumentada consideravelmente.

Para chegar a este resultado, os estudiosos pediram para que 30 mulheres (15 delas mães) cheirasse um pijama usado durante dois dias por um bebê. Estas foram submetidas a uma análise de escaneamento do cérebro, onde as voluntárias inalavam, além do cheiro da roupinha, outros tipos de aromas.

O estudo cerebral revelou que o sistema límbico do cérebro feminino se acendeu diante do cheiro de bebê e que, para as mulheres que haviam se tornado mães recentemente, o centro de recompensas respondeu tão fortemente que houve uma diferença estatística marcada em relação ao grupo de mulheres que ainda não haviam exercido seus instintos maternos.

Bom, eu desconfio fortemente que se fizerem o estudo com os homens, o resultado pode ser o mesmo!

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