Filhos de mães que trabalham fora são mais felizes

Um dos momentos mais tensos da mulher quando se tem um filho é terminar a licença-maternidade e ter que voltar ao mercado de trabalho. A insegurança de deixar o filho com outra pessoa, ou mesmo creche, acaba criando uma culpa grande. Porém, um estudo extenso, feito nos EUA comprovou que os filhos de mães que trabalham fora são mais felizes!

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Para chegar a este resultado, a pesquisa, feita em conjunto pela Universidade de Harvard (Estados Unidos), a Kingston University e a Worcester Polytechnic Institute (ambas do Reino Unido), contou com a participação de 100 mil homens e mulheres de 29 países. Ela demonstrou que filhos de mães que trabalham fora se tornam adultos tão felizes quanto aqueles cujas mães se dedicaram inteiramente à maternidade.

O resultado vem na sequência de um outro estudo de resultado igualmente animador para as mães: ao se tornarem mulheres, as filhas meninas de mães que trabalham fora têm mais chances de conseguir cargos em posições privilegiadas e têm maior nível de escolaridade, porque frequentam a educação formal por mais tempo.

Filhos de mães que trabalham fora são mais felizes

Outra informação importante foi que, em comparação com as mulheres cujas mães ficam em casa, as mulheres criadas por mãe empregada têm 1,21 vezes mais probabilidades de conseguir emprego; são 1,29 vezes mais propensas a supervisionar outras pessoas no trabalho, e gastam 44 minutos extras em seus trabalhos semanalmente.

E tem mais! Elas também ganham mais dinheiro. Entre as mulheres que responderam à pesquisa nos Estados Unidos em 2012, as filhas empregadas de mães que trabalham fora ganharam uma média de US$ 1.880 (R$ 7.500) mais por ano do que as filhas de mães que ficam em casa em período integral.

“Ainda existe a crença de que há prejuízo para os filhos quando suas mães trabalham fora. Por isso, descobrir que o emprego da mãe não afeta a felicidade das crianças na vida adulta é muito importante. Quando as mulheres escolhem trabalhar, elas o fazem por uma questão financeira e pessoal. E assim deve ser: devem fazer essa escolha com base em saber se querem ou precisam trabalhar, não com base em saber se estão prejudicando seus filhos – porque não estão ”, diz a professora Administração de Empresas Kathleen McGinn, de Harvard.

Filhos de mães que trabalham fora são mais felizes

O estudo também apontou que a influência sobre a carreira é sentida apenas pelas filhas adultas – e não filhos – de mães que possuem um emprego. Os pesquisadores explicam que os homens tendem a ser empregados normalmente e, conforme mostram outras pesquisas, suas ocupações e ganhos têm mais a ver com o emprego de seus pais.

Outra coisa legal é que aqueles que são criados por mães que trabalham fora tendem a gastar 50 minutos extra por semana cuidando de membros da família. Ou seja, eles têm mais consciência e necessidade de olhar para os outros familiares.

Fonte: Crescer

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